sábado, 29 de novembro de 2008

Peguei o Espírito da Coisa!

Tá vendo, ali, na estante, aquela garrafa com uma fumacinha azul dentro?
É ele...

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Um dia

Tem dia que o céu o saúda mais azul, as coisas dotadas de mais cor, melodia ou movimento.
E tem dia que, por mais que o sol teime em brilhar, uma névoa permanece, invencível, talvez invisível, porém sensível. Como se o ar carregasse o ranço das gerações.
Nesses dias, pode sentir por vezes um cansaço imenso, como se lhe pesassem as idéias e história que insistem em se repetir (sendo por isso mesmo, feliz ou infelizmente, perdoadas).
Mas, tem dias em que ele pode celebrar sua majestade, dominando cada vez um pouco mais do mundo, ou comemorar sua alforria cavalgando o tempo sem sela nem cabresto.
O que lhe conforta ou excita é sua única certeza:

Um dia ele morre.

Rapidinha

Agora se sentia verdadeiramente um homem: Já teve um carnê das Casas Bahia, o nome no Serasa e lhe despontava uma discreta barriga de cerveja.